domingo, 19 de setembro de 2010
Estou offline, volto em algum momento de euforia.
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Pensamentos Borbulhantes...

Meu mundo é pequenino, não espere muito dele, mas também não ache que ele não possa te surpreender.
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Medos, sonhos, e coragem...

Às vezes certos medos, receios insistem em perseguir todos; talvez não todos, não sei, só sei que persegue a muitos, incluindo a mim.
Ás vezes as coisas acontecem tão rápido que parece que quase sempre perdemos o comando da situação, ficamos perdidos sem saber o que fazer, pra onde seguir, em quem acreditar, no que pensar... Dá medo do amanhã, do que vai acontecer depois ou até daqui um segundo, dá medo da reação das pessoas, dá medo até nas nossas próprias decisões que talvez possam sair imprudentes e erradas, dá medo de cometer aquele erro que depois pareça realmente impossível de resolver, dá medo de fazer alguma coisa que magoe as pessoas principalmente aquelas que amamos. Dá realmente medo de tudo quando parece que sua mente não está nem um pouco lúcida e você se sente perdida num milhão de pessoas, e por mais que você esteja rodeada de tantas pessoas você se sente única e só; se sente assim por que você não sabe no que pensar, falar, em quem acreditar, em quem procurar, até por que parece que seu raciocínio parece não sair do lugar, está lá, parado, na estaca zero e não te ajuda nem um pouquinho, é complicado se sentir assim, não saber que decisão tomar e pensa que se alguma decisão for tomada você tem um enorme medo de se arrepender principalmente quando essas coisas rápidas ocorridas na vida é algo muito bom e que você deve agir com cautela e não ser impulsivo pra não dar tudo errado e tudo acabar em seguida e mais um sofrimento ocorrer. Até por que qual a pessoa que não tem um certo “trauma” das coisas ocorridas em sua vida? Eu pelo menos, não conheço nenhuma pessoa assim... Todos já tiveram seus momentos bons e ruins, todos já tiveram suas tristezas, seus momentos, seus sofrimentos amorosos, familiares, profissionais, ou até com amigos... As tristezas não podem ser evitadas, não podem ser previstas, a vida não é prudente e guarda muitos momentos surpreendentes; as tristezas não podem ser evitadas mas podem ser contidas... Como todos sabem a vida não guarda só coisas tristes, mas coisa muito boas também acontecem, é só você querê-la e não ficar parado(a) esperando a vida passar diante dos seus olhos, por que o que passou, passou e não dá mais pra voltar atrás; e por mais que o peso do arrependimentos doa em seus ombros não tem como refazer as coisas que você deixou passar por ti. Se alguma coisa que por mais que você não queria aconteceu, lembre-se: todo fim é um novo começo, a vida continua, se alguma coisa não aconteceu é que definitivamente não era pra acontecerem, outras coisas estão reservadas pra você... Embora ninguém possa voltar e fazer um novo começo, qualquer um pode Começar agora e fazer um novo final.
E a vida é mesmo um ir e vir sem razão...!
(autoria própria) *-*
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Felipe Neto
Quem já não ouviu falar de um carinha que faz vídeos falando de diversos assuntos de diferentes formas, principalmente criticando e opondo claramente e pra quem quiser suas opiniões? Um carinha que já virou febre em vários sites, mas principalmente no YouTube? Um carinha chamado “Felipe Neto”? Bom, se caso você nunca ouviu falar sinto lhe dizer que você anda meio que desatualizado do mundo virtual. Se você nunca viu os vídeos dele eu recomendo. São muito legais! Claro que como todos têm sua opinião, você pode achar certas coisas que ele fala exagero, mas que em muitas coisas dá pra concordar e rir bastante, ah isso dá!
Não o conheço, mas os vídeos dele são muito legais e críticos. Ele fala de suas próprias opiniões de forma crítica, construtiva, que interage e é bem engraçada.
Entre no YouTube e veja alguns vídeos desse cara e você vai ver que vale mesmo a pena.
Bjss :*
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
*-*
porque ele faz lembrar uma felicidade que se teve e que não se tem mais. O retrato é uma sepultura.
O 'porquê' e o 'como'
Sem a menor dúvida, nos últimos 400 anos a ciência progrediu imensamente, revelando mundos absolutamente fantásticos e inesperados: com os microscópios, vislumbramos um mundo repleto de minúsculos seres vivos, de células, de estruturas minerais e cristais belíssimos. Em níveis ainda menores, descobrimos o mundo dos átomos e das partículas elementares, os tijolos fundamentais da matéria. Com os telescópios, vislumbramos mundos distantes, de estrelas e planetas a galáxias e buracos negros, alguns a bilhões de anos-luz de distância, mais velhos do que a Terra. Seria inútil tentar fazer justiça às nossas descobertas neste ensaio ou mesmo em outro muito maior. O próprio sucesso da ciência redefine os seus limites, como um horizonte que se afasta continuamente. Muitos acreditam que, devido a esse sucesso, um dia teremos todas as respostas. Eu não poderia discordar mais.
O meu avô dizia, sabiamente, que, se usarmos um chapéu maior do que a nossa cabeça, ele cobrirá os nossos olhos. Acho importante manter isso em mente quando lidamos com os limites do conhecimento humano. Vamos começar de modo bastante abstrato, falando da quantidade total de informação: supondo que o Universo seja finito, ele tem uma quantidade finita de informação. Mesmo se ele não for finito (o que é bem mais provável), nós só podemos nos comunicar com a velocidade da luz (até que se prove o contrário), e, portanto, vivemos em uma ilha de informação limitada pela idade do Universo, de 14 bilhões de anos. Como a luz viaja a uma velocidade fixa no vácuo, no máximo podemos receber informação de um evento que ocorreu há 14 bilhões de anos. O problema é que a complexidade do Universo é tamanha e os arranjos de matéria, tão variados, que seria impossível poder armazenar conhecimento sobre tudo que existe, vive e ocorre no Universo. Portanto, só podemos ter informações aproximadas sobre o cosmo, jamais perfeitas e completas.
Os cientistas sabem disso e constroem os seus modelos sobre os fenômenos naturais de forma aproximada, deixando de lado detalhes irrelevantes. Ou seja, os cientistas usam o mínimo de informação possível em sua descrição da natureza. Por exemplo, para modelar a órbita da Lua em torno da Terra não são necessários detalhes sobre a geologia dos dois corpos celestes.
Bastam as suas massas e distância entre eles. Mais ainda, a ciência não se propõe a responder perguntas do tipo "Por quê?" Por exemplo, por que duas massas sentem uma força atrativa, que chamamos de gravidade? Não sabemos. Em 1687, o inglês Isaac Newton obteve uma fórmula descrevendo como dois corpos se atraem, com uma força proporcional ao produto de suas massas e inversamente proporcional ao quadrado de sua distância. Mas ele não saberia dizer por que as duas massas se atraem. Em 1915, Albert Einstein propôs a sua teoria da gravitação, onde essa atração se deve à curvatura do espaço em torno das massas. Porém, ele também não saberia explicar por que a presença de uma massa encurva a geometria do espaço à sua volta. A ciência explica o "como", não o "porquê".
Voltando à questão da barreira do conhecimento, eu não acredito que ela exista. Ou, se existe, ela tem uma fronteira móvel, que vai se alargando com o tempo: ecoando o grego Sócrates, quanto mais aprendemos sobre o mundo e sobre nós mesmos, mais aprendemos o quanto não sabemos. A natureza é muito mais esperta do que nós, com as nossas explicações de como isso ou aquilo funciona. Afinal, nós também somos produtos de sua criatividade, o que necessariamente implica que seremos sempre incapazes de compreendê-la em sua totalidade. Se existe algo de fascinante aqui é a nossa capacidade de aprender tanto sobre o mundo, dadas as nossas limitações. Algumas questões, especialmente aquelas ligadas a origens, desafiam a nossa imaginação: será que algum dia iremos entender como surgiu o Universo, a vida e a mente? Acredito que sim, mas não antes de surgirem outras questões "impossíveis".

