domingo, 19 de setembro de 2010

Estou offline, volto em algum momento de euforia.

Sem vontade pra nada: ultimamente ando assim... Ando a um tempo sem postar, meus pensamentos andam a toda mas não consigo por mais nada no papel; nenhuma palavra mais consegue descrever o que ando sentindo.
Não estou de mal com a vida não. Minha vida em todas as áreas, até no amor andam muito boas mas mesmo assim ando sem vontade pra fazer nada!
Talvez o que anda me deixando sem vontade é a tal chamada "saudade", meu namorado anda viajando e tal e ando com saudades dele, deve ser isso, não sei; outra coisa que deve ser são outros fatos em que ando pensando de mais, e esses outros fatos tem um título "passado batendo em minha porta", pô quando que vou me ver livre disso, quando que vou me ver livre "dele"? Eu não gosto mais dele mas algo me diz que ele ainda gosta de mim...
Opa, pra quem disse que não conseguia descrever mais nada, eu consegui dizer muita coisa!!
Mas o que importa mesmo é que: (imagem)

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Pensamentos Borbulhantes...


Meu mundo é pequenino, não espere muito dele, mas também não ache que ele não possa te surpreender.
Meu mundo é surpreendente, imprevisível, alegre, triste, sempre muda...!
Gosto do inevitável, não gosto de rotina e adoro inventar, ter idéias de novas coisas...!
Mas quem é que pode estar interessado nesse "Meu Mundo", quando você pode pensar que tem coisas melhores a fazer do que ficar lendo ou vendo coisas que não te interessa nem um pouquinho; quem pode estar interessado nisso quando nem se quer já viram minha face? Quem pode se interessar por um mundinho fútil de uma pessoa tola?
Gosto de viver e não me interesso nem um pouquinho com o que as pessoas pensam ou deixam de pensar de mim; e dai se eu quiser sair nua na rua? Ninguém tem nada ver com isso, ninguém tem nada a ver com a vida um do outro.
Mas compartilhar é outra coisa: descobrir novas culturas, novos pensamentos, pensamentos diferentes, pensamentos iguais, adoro ler as coisas que as pessoas postam, a gente aprende muito com uma certa troca de idéias e gostos...
Sou movida de sonhos. Como qualquer pessoa tenho meus planos. Penso no futuro e sonho com muitas coisas boas; até por que sonhar é tão bom, por mais que certos desejos não se realizem não me desanimo, é melhor sentir aquele gosto de derrota do que ter aquele gosto de não ter nem ao menos tentado.
Na vida a gente erra, aprende e até sofre muito, mas eu acho que por mais que alguma coisa seja ruim faz parte.
Já fui e sempre vou ser vítima do destino e da coincidência.
E sei que muita coisa ainda virá, mas sei que estou pronta pro que der e vier, a vida não é fácil mas não invencível.

*-*

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Medos, sonhos, e coragem...


Às vezes certos medos, receios insistem em perseguir todos; talvez não todos, não sei, só sei que persegue a muitos, incluindo a mim.

Ás vezes as coisas acontecem tão rápido que parece que quase sempre perdemos o comando da situação, ficamos perdidos sem saber o que fazer, pra onde seguir, em quem acreditar, no que pensar... Dá medo do amanhã, do que vai acontecer depois ou até daqui um segundo, dá medo da reação das pessoas, dá medo até nas nossas próprias decisões que talvez possam sair imprudentes e erradas, dá medo de cometer aquele erro que depois pareça realmente impossível de resolver, dá medo de fazer alguma coisa que magoe as pessoas principalmente aquelas que amamos. Dá realmente medo de tudo quando parece que sua mente não está nem um pouco lúcida e você se sente perdida num milhão de pessoas, e por mais que você esteja rodeada de tantas pessoas você se sente única e só; se sente assim por que você não sabe no que pensar, falar, em quem acreditar, em quem procurar, até por que parece que seu raciocínio parece não sair do lugar, está lá, parado, na estaca zero e não te ajuda nem um pouquinho, é complicado se sentir assim, não saber que decisão tomar e pensa que se alguma decisão for tomada você tem um enorme medo de se arrepender principalmente quando essas coisas rápidas ocorridas na vida é algo muito bom e que você deve agir com cautela e não ser impulsivo pra não dar tudo errado e tudo acabar em seguida e mais um sofrimento ocorrer. Até por que qual a pessoa que não tem um certo “trauma” das coisas ocorridas em sua vida? Eu pelo menos, não conheço nenhuma pessoa assim... Todos já tiveram seus momentos bons e ruins, todos já tiveram suas tristezas, seus momentos, seus sofrimentos amorosos, familiares, profissionais, ou até com amigos... As tristezas não podem ser evitadas, não podem ser previstas, a vida não é prudente e guarda muitos momentos surpreendentes; as tristezas não podem ser evitadas mas podem ser contidas... Como todos sabem a vida não guarda só coisas tristes, mas coisa muito boas também acontecem, é só você querê-la e não ficar parado(a) esperando a vida passar diante dos seus olhos, por que o que passou, passou e não dá mais pra voltar atrás; e por mais que o peso do arrependimentos doa em seus ombros não tem como refazer as coisas que você deixou passar por ti. Se alguma coisa que por mais que você não queria aconteceu, lembre-se: todo fim é um novo começo, a vida continua, se alguma coisa não aconteceu é que definitivamente não era pra acontecerem, outras coisas estão reservadas pra você... Embora ninguém possa voltar e fazer um novo começo, qualquer um pode Começar agora e fazer um novo final.

E a vida é mesmo um ir e vir sem razão...!


(autoria própria) *-*

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Felipe Neto

Quem já não ouviu falar de um carinha que faz vídeos falando de diversos assuntos de diferentes formas, principalmente criticando e opondo claramente e pra quem quiser suas opiniões? Um carinha que já virou febre em vários sites, mas principalmente no YouTube? Um carinha chamado “Felipe Neto”? Bom, se caso você nunca ouviu falar sinto lhe dizer que você anda meio que desatualizado do mundo virtual. Se você nunca viu os vídeos dele eu recomendo. São muito legais! Claro que como todos têm sua opinião, você pode achar certas coisas que ele fala exagero, mas que em muitas coisas dá pra concordar e rir bastante, ah isso dá!

Não o conheço, mas os vídeos dele são muito legais e críticos. Ele fala de suas próprias opiniões de forma crítica, construtiva, que interage e é bem engraçada.

Entre no YouTube e veja alguns vídeos desse cara e você vai ver que vale mesmo a pena.

Bjss :*

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

*-*

(Oba achei mais umas frases de certos "pensadores". Tem o Caio Fernandes de Abreu que adoro muito e agora encontrei o Rubem Alves. Quem ele é? Não sei, só sei que as frases deles são bem interessantes. Por tanto está ai alguminhas de Rubem Alves nas quais eu gostei :D)

"não haverá borboletas se a vida não passar por longas e silenciosas metamorfoses"

"Cartas de amor são escritas não para dar notícias, não para contar nada, mas para que mãos separadas se toquem ao tocarem a mesma folha de papel."

" O nascimento do pensamento é igual ao nascimento de uma criança: tudo começa com um ato de amor. Uma semente há de ser depositada no ventre vazio. E a semente do pensamento é o sonho. Por isso os educadores, antes de serem especialistas em ferramentas do saber, deveriam ser especialistas em amor: intérpretes de sonhos."

“Aprenda a gostar, mas gostar mesmo, das coisas que deve fazer e das pessoas que o cercam. Em pouco tempo descobrirá que a vida é muito boa e que você é uma pessoa querida por todos.”

"Não foi à toa que Adélia Prado disse que "erótica é a alma". Enganam-se aqueles que pensam que erótico é o corpo. O corpo só é erótico pelos mundos que andam nele. A erótica não caminha segundo as direções da carne. Ela vive nos interstícios das palavras. Não existe amor que resista a um corpo vazio de fantasias. Um corpo vazio de fantasias é um instrumento mudo, do qual não sai melodia alguma. Por isso, Nietzsche disse que só existe uma pergunta a ser feita quando se pretende casar: "continuarei a ter prazer em conversar com esta pessoa daqui a 30 anos?"

Tem razão o poeta: “O amor é a coisa mais triste quando se desfaz.” É triste por causa do retrato:
porque ele faz lembrar uma felicidade que se teve e que não se tem mais. O retrato é uma sepultura.

O 'porquê' e o 'como'

(Esse texto encontrei em um livro e achei bem interessante)



Volta e meia, leitores me perguntam sobre os limites da ciência, sobre até onde nós podemos chegar, munidos que somos de um cérebro finito. Afinal, como podemos responder a todas as perguntas se mal sabemos formulá-las? E, mesmo se soubéssemos, será que existe um limite máximo do conhecimento, uma espécie de barreira além da qual a nossa razão não pode penetrar? Será que é justamente a existência dessa barreira que justifica o nosso apetite por assuntos espirituais, místicos, que transcendem os limites da razão?

Sem a menor dúvida, nos últimos 400 anos a ciência progrediu imensamente, revelando mundos absolutamente fantásticos e inesperados: com os microscópios, vislumbramos um mundo repleto de minúsculos seres vivos, de células, de estruturas minerais e cristais belíssimos. Em níveis ainda menores, descobrimos o mundo dos átomos e das partículas elementares, os tijolos fundamentais da matéria. Com os telescópios, vislumbramos mundos distantes, de estrelas e planetas a galáxias e buracos negros, alguns a bilhões de anos-luz de distância, mais velhos do que a Terra. Seria inútil tentar fazer justiça às nossas descobertas neste ensaio ou mesmo em outro muito maior. O próprio sucesso da ciência redefine os seus limites, como um horizonte que se afasta continuamente. Muitos acreditam que, devido a esse sucesso, um dia teremos todas as respostas. Eu não poderia discordar mais.

O meu avô dizia, sabiamente, que, se usarmos um chapéu maior do que a nossa cabeça, ele cobrirá os nossos olhos. Acho importante manter isso em mente quando lidamos com os limites do conhecimento humano. Vamos começar de modo bastante abstrato, falando da quantidade total de informação: supondo que o Universo seja finito, ele tem uma quantidade finita de informação. Mesmo se ele não for finito (o que é bem mais provável), nós só podemos nos comunicar com a velocidade da luz (até que se prove o contrário), e, portanto, vivemos em uma ilha de informação limitada pela idade do Universo, de 14 bilhões de anos. Como a luz viaja a uma velocidade fixa no vácuo, no máximo podemos receber informação de um evento que ocorreu há 14 bilhões de anos. O problema é que a complexidade do Universo é tamanha e os arranjos de matéria, tão variados, que seria impossível poder armazenar conhecimento sobre tudo que existe, vive e ocorre no Universo. Portanto, só podemos ter informações aproximadas sobre o cosmo, jamais perfeitas e completas.

Os cientistas sabem disso e constroem os seus modelos sobre os fenômenos naturais de forma aproximada, deixando de lado detalhes irrelevantes. Ou seja, os cientistas usam o mínimo de informação possível em sua descrição da natureza. Por exemplo, para modelar a órbita da Lua em torno da Terra não são necessários detalhes sobre a geologia dos dois corpos celestes.

Bastam as suas massas e distância entre eles. Mais ainda, a ciência não se propõe a responder perguntas do tipo "Por quê?" Por exemplo, por que duas massas sentem uma força atrativa, que chamamos de gravidade? Não sabemos. Em 1687, o inglês Isaac Newton obteve uma fórmula descrevendo como dois corpos se atraem, com uma força proporcional ao produto de suas massas e inversamente proporcional ao quadrado de sua distância. Mas ele não saberia dizer por que as duas massas se atraem. Em 1915, Albert Einstein propôs a sua teoria da gravitação, onde essa atração se deve à curvatura do espaço em torno das massas. Porém, ele também não saberia explicar por que a presença de uma massa encurva a geometria do espaço à sua volta. A ciência explica o "como", não o "porquê".

Voltando à questão da barreira do conhecimento, eu não acredito que ela exista. Ou, se existe, ela tem uma fronteira móvel, que vai se alargando com o tempo: ecoando o grego Sócrates, quanto mais aprendemos sobre o mundo e sobre nós mesmos, mais aprendemos o quanto não sabemos. A natureza é muito mais esperta do que nós, com as nossas explicações de como isso ou aquilo funciona. Afinal, nós também somos produtos de sua criatividade, o que necessariamente implica que seremos sempre incapazes de compreendê-la em sua totalidade. Se existe algo de fascinante aqui é a nossa capacidade de aprender tanto sobre o mundo, dadas as nossas limitações. Algumas questões, especialmente aquelas ligadas a origens, desafiam a nossa imaginação: será que algum dia iremos entender como surgiu o Universo, a vida e a mente? Acredito que sim, mas não antes de surgirem outras questões "impossíveis".

Marcelo Gleiser. In:Folha de S.Paulo, 23 jun.2002